Dois casos por resolver em Moçambique de homicídio e desaparecimento de portugueses deverão estar na agenda de um encontro entre o Presidente português e Filipe Nyusi, chefe de Estado moçambicano, na terça-feira, anunciou hoje Marcelo Rebelo de Sousa.
Da parte do chefe de Estado português, como referiu aos jornalistas, os processos do homicídio de Inês Botas e do desaparecimento de Américo Sebastião estarão em cima da mesa de forma “evidente”.
Os processos do homicídio de Inês Botas e do desaparecimento de Américo Sebastião estarão em cima da mesa de forma “evidente”, anunciou o chefe de Estado, referindo-se ao encontro com Filipe Nyusi.
“O Estado português tem proporcionado não só contactos permanentes” aos familiares, “mas também apoio, porque, tanto num caso como noutro, o que encontramos são questões jurídicas”, detalhou o Presidente português.
Os dois casos fizeram parte de uma nota publicada em 19 de dezembro na página oficial da Presidência da República portuguesa, em que Marcelo se comprometeu a acompanhar a evolução dos processos.
Inês Botas foi raptada e assassinada em 28 de dezembro de 2017 em Moçambique, onde trabalhava ao serviço da empresa portuguesa Ferpinta, na zona da Beira, centro do país.
Poucos dias após o crime, as autoridades judiciais da província de Sofala, centro de Moçambique, decretaram a prisão preventiva de três suspeitos, mas o julgamento continua por se realizar e um dos suspeitos já fugiu da prisão.
Américo Sebastião foi raptado em 29 de julho de 2016, em Nhamapadza, distrito de Maríngué, província de Sofala, centro de Moçambique, desconhecendo-se o que lhe aconteceu.
A reunião está marcada para as 10h (menos duas horas em Lisboa) e deverá abordar diversos aspetos das relações bilaterais entre os dois países.

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