O novo plano estratégico para o têxtil diz que o setor poderá perder duas mil empresas e 28 mil postos de trabalho.

Apesar disso a associação dos empresários deste setor considera que não existem razões para alarmismos.
Após uma década a crescer e a pulverizar até as projecções mais optimistas, o sector têxtil e vestuário vai entrar num novo ciclo que ninguém sabe bem o que será. As palavras são do presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), que reunirá industriais, governantes e especialistas para discutir os próximos anos. Ninguém tem uma bola de cristal, mas os quatro cenários que estão projectados não auguram nada de bom. Na melhor das hipóteses, a indústria têxtil e do vestuário vai aumentar a facturação e as vendas ao exterior. Mas voltarão os encerramentos de fábricas e os despedimentos.

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