O Bloco de Esquerda diz que o negócio do El Corte Inglês no terreno da antiga estação ferroviária da Boavista, no Porto é altamente lesivo para o Estado.

O partido critica o facto dos contratos feitos entre a Infraestruturas de Portugal, ainda proprietária do terreno, e o grupo espanhol, “nunca terem sido disponibilizados”.
O Bloco de Esquerda avançou que o negócio para o projeto do El Corte Inglês no terreno da antiga estação ferroviária da Boavista, no Porto, caso seja concretizado, é “altamente lesivo para o Estado”. O Bloco garantiu que os contratos feitos entre a Infraestruturas de Portugal, ainda proprietária do terreno, e o grupo espanhol, “nunca foram disponibilizados”.
Vendo o projeto do grupo espanhol a instalar-se num terreno junto à Casa da Música, no Porto, o Bloco de Esquerda considerou, esta terça-feira, que a “opção de manter um terreno refém do El Corte Inglês durante quase 20 anos é uma má solução”. A deputada do Bloco de Esquerda à Assembleia da República, Maria Manuel Rola, afirma que o espaço “ficou encalacrado num negócio feito entre a ex-REFER e o El Corte Inglês, que data do ano 2000”.

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