A Assembleia-Geral do Sporting foi suspensa, este sábado, após distúrbios causados por vários adeptos no Pavilhão João Rocha, junto ao Estádio de Alvalade.

As portas do pavilhão abriram às 14h00, com a Assembleia-Geral a começar às 15h00, para dar início ao processo de votação do orçamento do clube para a próxima temporada.
No entanto, a Assembleia-Geral teve de ser suspensa, depois de terem ocorrido distúrbios e agressões entre sócios. A TSF apurou que um sócio foi expulso da Assembleia-Geral, depois de se ter exaltado no final do discurso do Frederico Varandas, que foi recebido com vaias por sócios (alegadamente apoiantes de Bruno de Carvalho) que pediam a sua demissão.
A situação terá evoluído para um cenário de agressões, com um dos sócios leoninos a ser agredido por um segurança.
Perante os distúrbios, o presidente da Mesa da Assembleia-Geral, Rogério Alves, decidiu suspender os trabalhos da reunião, onde estiveram presentes cerca de 1.200 sócios
Rogério Alves, garantiu que tudo não passou de um incidente e que os trabalhos só estiveram temporariamente suspensos até que o problema fosse resolvido.

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