Mantêm-se em prisão preventiva 37 dos 44 arguidos do processo do ataque à Academia do Sporting.

Dois arguidos do caso Alcochete passaram para prisão domiciliária, com pulseira eletrónica, mantendo-se em prisão preventiva 37 dos 44 arguidos do processo do ataque à Academia do Sporting.
A procuradora Cândida Vilar, requereu o desagravamento das medidas de coação de três dos presos preventivamente do caso de Alcochete, João Quaresma, Jorge Serrão de Almeida e Paulo Patarra, um ano e um mês depois da invasão ao centro de estágios do Sporting.
Fonte do Tribunal de Instrução Criminal do Barreiro explicou que Carlos Delca decidiu alterar a medida de coação do arguido João Quaresma, que assim passa para prisão domiciliária. Em relação aos outros dois arguidos, o juiz aguarda ainda que cheguem os relatórios sociais para depois decidir se, também nestes casos, dá provimento ao pedido do MP.

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