Os cursos de reflexão em arte contemporânea Colectivos Pláka estão de regresso em julho com “The Time(s) of Contemporaneity 2: Descolonizando a Cultura”. As inscrições estão abertas até ao próximo dia 3.

O primeiro curso da segunda edição dos Colectivos Pláka tem a orientação da historiadora e crítica de arte Claire Bishop, colaboradora regular da Artforum e professora no Graduate Center da Universidade de Nova Iorque (CUNI), e do filósofo, crítico de arte e diretor da Escola das Artes da Universidade Católica Nuno Crespo. Em 2018, os mesmo tutores programaram “The Time(s) of Contemporaneity 1”.

A decorrer entre 10 e 13 de julho, o curso quer promover novamente um espaço de reflexão sobre a ideia de contemporaneidade, desta vez focando o debate na relação entre arte, etnias, instituições e o legado do colonialismo.

Um grupo de artistas e intelectuais – a politóloga e feminista francesa Françoise Vergès, os artistas Dora García, Filipa César e Kader Attia, o escritor Marinho de Pina e Emanuel Lopes, membro fundador do coletivo Cadjigue – irá explorar metodologias de descolonização em museus e galerias e procurar reformular criticamente os modos de interação com o passado colonial.

“The Time(s) of Contemporaneity 2: Descolonizando a Cultura” é limitado a 30 participantes e as inscrições têm o valor de 50 euros por pessoa, devendo ser efetuadas até ao dia 3 de julho através do website Pláka.

Ainda em 2019, serão também apresentados os cursos “Práticas Pós-Nostálgicas”, que decorrerá entre 28 de setembro e 4 de outubro e será coordenado pela investigadora e curadora Inês Moreira, em colaboração com a curadora e teórica de arte Aneta Szylak, e “Love and Garbage”, entre 5 e 8 de dezembro, que será conduzido pelo coletivo multidisciplinar londrino Assemble, vencedor do Turner Prize 2015.

Facebook
Twitter
Instagram