O Secretário-geral da Fenprof, que se prepara para ser eleito pela última vez para o cargo, antecipa o congresso de sexta-feira e sábado, onde os professores, reunidos em Lisboa, vão fazer uma avaliação da legislatura e definir os próximos passos de uma luta que ainda não deram por perdida: a contagem integral dos nove anos, quatro meses e dois dias de tempo de serviço congelado.

O secretário-geral da Fenprof acredita que não haverá maioria absoluta nas legislativas, acha que o resultado socialista nas europeias não foi “uma grande vitória” e, avaliando a legislatura, diz que só os professores “tiraram o Governo do sério”.
“Os professores, diria assim, foram os únicos que tiraram o Governo do sério. Às vezes as pessoas podem não se aperceber disso”, disse à Lusa o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira.
Em entrevista à Lusa, o secretário-geral da Fenprof, que se prepara para ser eleito pela última vez para o cargo, antecipa o congresso de sexta-feira e sábado, onde os professores, reunidos em Lisboa, vão fazer uma avaliação da legislatura e definir os próximos passos de uma luta que ainda não deram por perdida: a contagem integral dos nove anos, quatro meses e dois dias de tempo de serviço congelado.

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