O novo espetáculo de Miguel Bonneville, dentro do contexto da série “A Importância de Ser”, sobre artistas que têm vindo a marcar o seu percurso artístico, estreia a 7 e 8 de junho, no Rivoli.

Depois de António de Macedo, Simone de Beauvoir, Agustina Bessa-Luís e Paul B. Preciado, Bonneville vai debruçar-se sobre Georges Bataille.
Neste espetáculo, o artista toma a vida e a obra de Bataille como ponto partida, continuando, assim, a procurar formas de desenvolver e desdobrar um corpo pós-cristão ligado a um materialismo dionisíaco capaz de se dobrar, torcer e partir em dois. Continuando a eleger a experiência sensível à explicação lógica, Bonneville faz do luto da “figura humana” um interminável e incurável processo que Bataille quis ou acreditou resolver.
Figura intelectual e literária francesa, Bataille trabalhou em diversas áreas, tais como literatura, filosofia, antropologia, economia, sociologia e história da arte. Os seus escritos, que incluem ensaios, romances e poesia, exploram assuntos ligados ao erotismo, ao misticismo, ao surrealismo e à transgressão.

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