O piloto do avião da Ethiopian Airline que hoje se despenhou pouco depois de descolar de Adis Abeba reportou “dificuldades” e pediu para regressar ao aeroporto da capital etíope, disse o presidente-executivo da companhia, Tewolde Gebremariam.
O piloto do avião da Ethiopian Airline que hoje se despenhou pouco depois de descolar de Adis Abeba reportou “dificuldades” e pediu para regressar ao aeroporto da capital etíope, disse o presidente-executivo da companhia, Tewolde Gebremariam.
“O piloto reportou à torre de controlo que estava com dificuldades e que queria regressar”, afirmou o presidente-executivo da Ethiopian Airline, numa conferência de imprensa em Adis Abeba sobre o acidente aéreo que matou todas as 157 pessoas de 32 nacionalidades que estavam a bordo do aparelho (149 passageiros e oito tripulantes).
Segundo Tewolde Gebremariam, o piloto do Boeing 737 “teve autorização” para virar e voltar ao aeroporto de Adis Abeba.
O responsável referiu que ainda é muito cedo para determinar “as causas do acidente” que envolveu o Boeing 737-8 Max, um modelo adquirido pela companhia aérea etíope em novembro passado.
De acordo com as informações avançadas, o acidente com o avião Boeing 737-8 MAX terá ocorrido às 08:44 (horas locais), cerca de seis minutos após a descolagem na capital da Etiópia, altura em que o aparelho desapareceu dos radares.
Tewolde Gebremariam, que já se deslocou ao local do acidente, precisou que o aparelho se despenhou numa zona chamada Hejeri, perto da cidade de Bishoftu, a cerca de 42 quilómetros a sudeste da capital da Etiópia e onde fica a sede da maior base da Força Aérea etíope.
Na mesma conferência de imprensa, o responsável acrescentou mais informações sobre as nacionalidades das vítimas mortais, referindo que dois cidadãos de Espanha, quatro da Eslováquia, dois da Polónia, três da Áustria e três da Suécia também constam da lista.



