O Benfica obteve ontem o resultado mais volumoso na presente edição da I Liga de futebol, ao golear o Nacional por 10-0, em jogo da 21.ª jornada, colocando-se a apenas um ponto do FC Porto.

Demolidora. É esta a palavra que melhor define a exibição do Benfica este domingo frente ao Nacional, que terminou com uma goleada de 10-0. E isto num dia (10 de fevereiro) em que o Estádio da Luz festejou os 60 anos de um dos melhores número 10 da história do clube e do futebol português: Fernando Chalana.
Um resultado esmagador que, no campeonato, os adeptos do Benfica não viam desde o dia 2 de fevereiro de 1964, quando aplicou chapa 10 ao Seixal, numa tarde em que Eusébio fez seis golos. Aliás, desde essa tarde no velho Estádio da Luz que nenhuma equipa conseguiu um resultado tão volumoso.
A história deste jogo invulgar começou logo aos 33 segundos, quando Seferovic lançou Grimaldo para o primeiro golo, o segundo mais rápido nos 16 anos de existência do novo Estádio da Luz. O Nacional não podia ter entrada mais desastrada no jogo. Se alguém pudesse imaginar que os encarnados iriam entrar em campo ansiosos para chegar à vitória para reduzir a distância para o líder, eis que não ouve tempo para esse tipo de sentimentos.
Exibição fantástica do número 21 dos encarnados. É verdade que só marcou um golo, na transformação de um penálti por ele sofrido, mas foi responsável por quatro assistências para os companheiros marcarem. Já são 13 passes para golo só neste campeonato e oito golos. Mas Pizzi fez muito mais no jogo, tantos foram os lances que iniciou, fazendo uso da sua técnica apurada e visão de jogo. Com Bruno Lage ganhou outra dimensão e liberdade na equipa e quem beneficia com isso é o coletivo. Uma palavra também para o brasileiro Gabriel que foi incansável na forma como pressionou o portador da bola, como a recuperou e lançou o Benfica para o ataque.

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