Em Caracas, Ana Maria da Costa colocou muitas das suas esperanças para o futuro da Venezuela no português António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas.

E lançou o apelo: “António Guterres tem que meditar um pouco mais na sua posição. E não pode esquecer o que se está a passar na Venezuela, onde os direitos humanos são violados diariamente de uma forma brutal”.
António Guterres anunciou na segunda-feira que não vai participar em nenhuma reunião dos grupos que se estão a formar sobre a crise na Venezuela para “manter a credibilidade” da sua oferta de bons ofícios.
Ana Maria da Costa, irmã do politólogo Vasco da Costa, atualmente preso, sonha com a liberdade do irmão, mas já só acredita nisso quando a Venezuela for livre e pede ajuda a António Guterres.

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