Andy Murray anunciou que vai terminar a carreira em 2019. O tenista escocês quer abandonar os courts depois do torneio de Wimbledon, mas diz que não sabe se consegue aguentar as dores mais “quatro ou cinco meses”. O Open da Austrália poderá mesmo ser o seu último grande torneio, colocando assim um fim doloroso a uma carreira abrilhantada pela conquista de três títulos de Grand Slam.

“Eu não me sinto bem. Passei os últimos 20 meses a lutar contra dores. Já fiz tudo o que podia fazer para me sentir melhor da anca. Wimbledon era onde eu gostava de terminar a minha carreira, mas não sei se o vou conseguir. Não sei se consigo aguentar estas dores mais quatro ou cinco meses”. Foi com estas palavras, numa conferência que durou menos de 10 minutos e em que o tenista britânico teve de sair da sala depois da primeira pergunta, regressando logo depois, o melhor que podia, e contendo-se para segurar as lágrimas. Foi assim que Andy Murray anunciou que irá abandonar os courts em 2019.

Uma decisão difícil tomada depois de o cirurgião australiano John O’Donnell, que o operou à anca há cerca de um ano, lhe ter explicado que não podia continuar a jogar, após um ano, 2018, em que o tenista de 31 anos disputou apenas 12 encontros.

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