Lançamento de objetos que atrasou início da 2.ª parte deixa portistas ‘à bica’ para estádio vazio.

O Conselho de Disciplina da FPF puniu o FC Porto com 22.281 euros de castigo por factos relacionados com o mau comportamento do público no recente dérbi da Invicta, no Estádio do Bessa. Todavia, o aspeto mais preocupante para os azuis e brancos prende-se com a aplicação, por parte aquele órgão, do Artigo 183º.2 em relação ao “arremesso perigoso de objetos com reflexo no jogo” e que provocou o atraso no reinício da partida após o intervalo.
Tratando-se de uma reincidência, que se passa é que o FC Porto está sujeito a ter de realizar pelo menos um jogo à porta fechada, no Dragão, caso os seus adeptos voltem a incorrer no mesmo tipo de infração. Ou seja, os portistas passam a ficar sujeitos a uma pressão idêntica à do Benfica.

Recursos adiam desfecho
A questão de fundo é que o procedimento habitual do FC Porto em relação a estes castigos tem passado pela interposição de sucessivos recursos. Caso essa linha de atuação se mantenha, explorando as diversas instâncias que vão desde o plenário do CD, ao TAD, ao Tribunal Central Administrativo e por fim o Supremo, uma possível pena de jogo à porta fechada no Estádio do Dragão só muito dificilmente ainda seria cumprida esta temporada face ao tempo que tardaria o trânsito em julgado.

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