Com curadoria da atriz brasileira Arieta Corrêa e do produtor português Pedro Santos, a terceira edição do Festival Yesu Luso, sob o mote ‘Dramaturgia em Português’, recebe espetáculos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Macau, Moçambique e Portugal.

Com a missão de aproximar os falantes de língua portuguesa, entre 8 e 18 de novembro, o Festival Yesu Luso chega à terceira edição com espetáculos de teatro nas unidades do Sesc Vila Mariana, Santo Amaro e Campo Limpo.
A programação, com curadoria da atriz Arieta Corrêa e do produtor Pedro Santos, vai reunir seis peças de Angola, Brasil, Cabo Verde, Macau, Moçambique e Portugal, sendo duas delas inéditas e montadas especialmente para a mostra.
O nome do evento, derivado de um dialeto moçambicano, no qual o termo “yesu” significa “nosso” e a palavra “luso” é usada em referência ao próprio idioma. A mostra surgiu a partir de um projeto-piloto bem-sucedido chamado Festival de Teatro Lusófono, organizado por Arieta e Pedro no Sesc Bom Retiro, em 2015.
«O teatro é ancestral, é aqui e agora, vida e morte – ele é tudo o que somos. E nosso maior desejo é que estes espetáculos sejam capazes de fazer o público se identificar com esses países irmãos, que falam a mesma língua. Gostaríamos que as pessoas sejam transformadas, tocadas por um incómodo, um pensamento ou um questionamento», conta Arieta Corrêa.
Sob o tema “Dramaturgia em Português”, além das peças, a programação vai contar com uma mesa de dramaturgia e um ciclo de leituras de textos teatrais lusófonos, encenados pelo Coletivo de Heterónimos. A oficina “Processo Pedagógico de Criação, com João Garcia Miguel (Portugal), vai ser outra das atrações do festival.