Não foi por acaso que a Polícia Judiciária descobriu o esquema, embora já suspeitasse de encobrimento.
Terá sido uma carta anónima a denunciar o plano para encobrir os assaltantes das armas de Tancos.
A Polícia Judiciária não chegou por acaso à conclusão que o aparecimento das armas na Chamusca se tratou de uma encenação. O caso foi denunciado por uma carta anónima muito pormenorizada, que indicava que elementos da Polícia Judiciária Militar e da GNR tinham mudado as armas roubadas de local, para encobrir o envolvimento no furto de um ex-militar.
As armas, que segundo a imprensa estavam inicialmente guardadas na casa da avó do suspeito, acabariam por ser encontradas numa propriedade na Chamusca, que não tem qualquer ligação ao presumível autor do assalto.
A Polícia Judiciária viu assim confirmadas as suspeitas que já tinha sobre a recuperação do material.
Na sequência da investigação da PJ foram detidos quatro elementos da PJM, incluindo o seu diretor, e ainda três elementos da GNR de Loulé, para além do próprio suspeito do assalto.
Facebook
Twitter
Instagram