Todos estes pormenores têm de ser bem coordenados aqui (EUA) para não haver problemas lá no levantamento das mercadorias em Portugal”,  Jacinto Dias.

“Viemos aos EUA para um esclarecimento junto da comunidade de como podem enviar as bagagens e automovéis para Portugal. Oferecemos um esclarecimento pormenorizado de como se deve enviar os mais diversos materiais para o país de origem”, começou por dizer ao PT Jacinto Dias, da EUROATLA, companhia que dá seguimento em Lisboa ao envio de contentores da Oliveira Shipping, de Arnaldo Oliveira.
Não se pode considerar que o envio de cargas em contentores para Portugal seja um procedimento recente. É uma prática com anos de existência, mas que exige pessoal competente e profissional, tal como se encontra ao serviço da Oliveira Shipping.
“Sem dúvida, mas há sempre pormenores que se podem melhorar. Exemplificando. A documentação que se tem de adquirir no consulado. A documentação dos veículos. Todos estes pormenores têm de ser bem coordenados aqui para não haver problemas lá no levantamento das mercadorias… Tais como aumento de tarifas, lá, quando se pensava que tudo estava pago cá”, prossegue Jacinto Dias falando com conhecimento do complexo envio de contentores para Portugal.
A lista tem de ser completa e detalhada de tudo o que vai levar. Têm de ser artigos usados, para ter direito a isenção de impostos.
Os PAGAMENTOS, e de acordo com Arnaldo Oliveira, podem ser feitos cá nos EUA e lá em Portugal. Pela minha experiência, o frete marítimo deve ser pago cá. Lá se houver mais uma inspeção alfandegária há sempre mais um custo. E aqui nem Arnaldo Oliveira nem nós temos qualquer controlo. A inspeção é da inteira responsabilidade da polícia alfandegária, que procede como muito bem o achar por conveniente”.
“A nossa presença tem a ver com a informação de que as pessoas saiam daqui com toda a informação correta. O problema maior com a entrada em Portugal tem a ver com os carros. Se deixam passar os prazos. Tem de pagar impostos e se tudo tem sido tratado corretamente e a seu tempo estavam isentos de pagamentos. O carro tem de regressar ao destino (EUA) com os altos custos que isso implica, que poderá ser na ordem dos 3 a 4 mil dólares. Os pagamentos face ao ter ultrapassado o limite, pode implicar no pagamento de mil euros. E aqui começa ser pensada a possibilidade de poder comprar outro carro. Tudo que seja relacionado com a alfândega é complicado e pode ter graves consequências.
Tudo tem um princípio e quem quer levar carga dos EUA para Portugal tem que começar por algum lado.
Antes do contentor chegar já está o processo em andamento. Alerto que os carros são o mais complicado. Tem de ter mais de 6 meses registado no nome de quem o vai levar”, concluiu Jacinto Dias da EuroAtla.

 

 

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