Liderar as operações e a expansão do grupo na Europa, na América e nos países lusófonos”, é com esta frase que a CTG explica o interesse em dominar a empresa portuguesa onde já têm uma participação de 23%.

O diretor financeiro da China Tree Gorges, Yang Ya, sublinha que a EDP vai continuar a ter “sede em Portugal” e vai continuar a ser “cotada na bolsa de Lisboa”.Os chineses prometem um reforço
nos mercados onde as duas empresas têm estado, como é o caso da construção de barragens em países de língua portuguesa, nomeadamente no Brasil e em Moçambique.
Sobre a outra OPA em associação com esta a China Three Gorges revela a intenção de “manter a atividade e a orientação estratégica da EDP Renováveis e não são esperadas quaisquer alterações substancias relativamente ao negócio” da EDP renováveis que é o quinto maior operador eólico no mercado dos Estados Unidos da América.